Errantes no Século XXI: de Construtores a Vítimas de Trabalho Precário
DOI:
https://doi.org/10.5380/re.v40i1.30102Palabras clave:
mercado de trabalho, construção civil, rotatividade.Resumen
A recente dinâmica econômica brasileira proporcionou bom desempenho no mercado formal de trabalho. Todos os setores de atividade econômica mostraram desempenho significativo na geração de empregos formais. Todavia, foi na construção civil que se assistiu às maiores taxas de crescimento na geração de empregos formais no Nordeste. Diante disso, este artigo tem como objetivo analisar o mercado de trabalho nesse segmento e observar a rotatividade nos postos formais de trabalho do setor. Para tanto, utilizam-se dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). A abrangência geográfica delimita-se à região Nordeste do Brasil e o recorte temporal compreende os biênios de 2000-2001 e 2009-2010. Os principais achados confirmam a elevação dos postos de trabalho na construção civil, nas faixas mais baixas de remuneração, mesmo com a relativa melhora na escolaridade dos ocupados. Adicionalmente, registraram-se a elevadas taxas de rotatividade, mais acentuadas para a mão de obra jovem, menos escolarizada e para os postos de trabalho com rendimentos nas menores faixas de remuneração.
Descargas
Descargas
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Os autores mantêm os direitos autorais sobre o trabalho, concedendo à revista apenas o direito de sua primeira publicação. Além disso, têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente para a versão do trabalho publicada nesta revista, desde que reconhecida a publicação inicial neste periódico
