PERDAS VOLUMÉTRICAS RELATIVAS À COLHEITA FLORESTAL E SEUS REFLEXOS ECONÔMICOS

Edson Luis Serpe, Afonso Figueiredo Filho, Julio Eduardo Arce

Resumo


As perdas volumétricas relativas à colheita florestal e seus reflexos econômicos, apresentam grande interesse as empresas florestais. O objetivo do trabalho foi determinar percentuais de perdas na colheita florestal, os quais podem contribuir para a maior assertividade na valoração de ativos florestais. Foram utilizadas 100 árvores-amostra, selecionadas de acordo com a distribuição de frequência por classe diamétrica em um censo florestal. O número de árvores por classe diamétrica foi definida proporcionalmente a frequência encontrada. As perdas volumétricas quantificadas na colheita florestal, foram: resíduo, toco conforme, serragem de derrubada, serragem de processamento, toco não conforme e quebra de fuste. As perdas volumétricas e econômicas foram divididas em perdas inerentes ao processo e perdas de colheita florestal. As perdas volumétricas foram de 11,92% e as perdas econômicas representam R$ 330,85.ha-1. A perda econômica do volume retido no toco acima do padrão, foi de R$ 30,60.ha-1 e a perda por quebra de fuste foi de R$ 300,25.ha-1.


Palavras-chave


Não conformidade; Pinus; Qualidade; Sortimento

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/biofix.v3i1.58054

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