Industry 4.0 and open innovation in startups accelerators

Authors

  • Selma Leticia Capinzaiki Ottonicar Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Marília, SP, Brasil
  • Marta Lígia Pomim Valentim Universidade Estadual Paulista - Unesp https://orcid.org/0000-0003-4248-5934

DOI:

https://doi.org/10.5380/atoz.v10i3.81882

Keywords:

Industry 4.0, Open innovation, Startups, Startups accelerators, Information and knowledge sharing

Abstract

Introduction: Startups are organizations that emerge in a context of information and communication technologies. At the beginning of their foundation, startups can count on accelerators that subsidize them, through advice on how to develop the business plan, connect startups with partners and seek financial investments so that they can develop. From this perspective, startup accelerators develop open innovation processes with various stakeholders, aiming to share information and knowledge. Some startups have started to offer artificial intelligence and internet of things products and services. Such connected products are part of what is called the 'Fourth Industrial Revolution', also known as Industry 4.0. In this scenario, this research aims to debate aspects on the themes of open innovation, accelerators, startups and Industry 4.0, demonstrating that they are interrelated and fundamental elements for the competitiveness of startups. Results: The results and discussions show that startups work in a collaborative environment because they need to share knowledge to develop the business plan, make decisions, seek investments, solve problems and face market challenges, since they are high-end organizations risk. Conclusion: The relationship with local politics, business associations, research institutes, universities, investors and partners contributes to building knowledge and obtaining a competitive advantage for startups that are part of the Industry 4.0 context.

Author Biography

Selma Leticia Capinzaiki Ottonicar, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Marília, SP, Brasil

Doutora e Mestra pelo departamento de Ciência da Informação na Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP, Marília

References

Abreu, P. R. M., & Campos, N. M. (2016). O panorama das aceleradoras de startups no Brasil, São Paulo: FGV. Recuperado de: https://www.researchgate.net/profile/Newton_Campos/publication/309414113_O_Panorama_das_Aceleradoras_de_Startups_no_Brasil_2016/links/580f52a408aee15d4911e7e7/O-Panorama-das-Aceleradoras-de-Startups-no-Brasil-2016.pdf.

Almada-Lobo, F. (2015). The Industry 4.0 revolution and the future of Manufacturing Execution Systems (MES). Journal of Innovation Management, 3(4), 16-21. Recuperado de: https://journalsojs3.fe.up.pt/index.php/jim/article/view/2183-0606_003.004_0003

Arcentales, J. J. G.; Sena, P. M. B.; Araujo, N. C. (2021). O papel das aceleradoras para o desenvolvimento das startups e do empreendedorismo no Brasil. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, 10(3), 1-10. doi: http://dx.doi.org/10.5380/atoz.v10i3.80186.

Associação Brasileira de Internet Industrial – ABII. (2018). Recuperado de: https://www.abii.com.br/.

Associação Brasileira De Startups – Ace Startups. (2019). Feita por Startups para startups. Recuperado de: https://abstartups.com.br/sobre-a-abstartups/.

Báez, E. A. S., Schenatto, F. J. A. (2017). Innovation and competitiveness of the business clusters in Paraguay: evidence of their limitations. Dirección y Organización, 63, 65-73.

Bigarelli, B. (2018, Agosto 10). As 10 aceleradoras que mais produzem startups de sucesso. Época Negócios | Empreendedorismo. Recuperado de https://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/08/10-aceleradoras-que-mais-produzem-startups-de-sucesso.html.

Bitzer V., & Bijman, J. (2015). From innovation to co-innovation? An exploration of African agrifood chains", British Food Journal, 117(8), 2182-2199.

Bondarik, R., Carvalho, H. P., & Pilatti, L. A. (2005). História empresarial: uma ferramenta para a gestão do conhecimento nas organizações empresariais. Anais do IX Simpósio Internacional Processo Civilizador: tecnologia e civilização, 1, 1-8. Anais [...]. Ponta Grossa, Paraná, 1, 1-8. Recuperado de: http://www.uel.br/grupo-estudo/processoscivilizadores/portugues/sitesanais/anais9/artigos/workshop/art17.pdf

Bueno, J. L. P. (2005). O empreendedorismo como superação do estado de alienação do trabalhador (Tese Doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, Brasil.

Cabanelas, P., Omil, J. C., & Vázquez, X. H. (2013). A methodology for the construction of dynamic capabilities in industrial networks: The role of border agents. Industrial Marketing Management, 42(6), 992–1003.

Carey, D., Lester, J., & Luong, I. (2016). Augmenter la productivité en favorisant le dynamisme des petites entreprises au Canada. Documents de travail du Département des Affaires économiques de l'OCDE, 1314, Éditions OCDE, Paris.

Cohen, S. (2013). What Do Accelerators Do? Insights from Incubators and Angels. Innovations, 4(3/4).

Costa, E. J. M. (2014). Políticas públicas e o desenvolvimento de arranjos produtivos locais em regiões periféricas. Inclusão Social, 7(2), 30-47.

Dalla Costa, A. J. (2004). História e historiografia empresarial: acesso e utilização de arquivos e fontes. In A. J. Dalla Costa & M. E. de C. Graf. Estratégias de desenvolvimento urbano e regional (pp. 121-141). (Orgs.). Curitiba: Juruá.

Gil, A. C. (2010). Como elaborar projetos de pesquisa (5a ed.). São Paulo: Atlas.

Guerra, O., & Teixeira, F. (2010). A sobrevivência das pequenas empresas no desenvolvimento capitalista. Revista de Economia Política, 30(1), 124-139.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (2016). Pesquisa em Inovação PIINTEC. Recuperado de: http://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=299007.

Jasperneite, I. J. (2012, Dezembro 5). Was hinter Begriffen wie Industrie 4.0 steckt. Computer & Automation. Recuperado de: http://www.computer-automation.de/steuerungsebene/steuern-regeln/artikel/93559/0/.

Júdice, L. P., Nybo, E. F. (2016). Direito das Startups (22a ed.) Curitiba: Juruá.

Kagermann, H., Wahlster, W., & J. Helbig, J. (2013). Recommendations for implementing the strategic initiative Industrie 4.0: Final report of the Industrie 4.0 Working Group. Recuperado de: https://www.din.de/blob/76902/e8cac883f42bf28536e7e8165993f1fd/recommendations-for-implementing-industry-4-0-data.pdf

Maffia, L. L. M. et al. (2018). Premissas e benefícios do modelo de gestão colaborativo em startups. Revista Brasileira de Gestão e Inovação, 6(1). ISSN: 2319-0639

Mauri, G. D. N., de Lima, J. G., Chévez Pozo, O. V., & de Freitas, R. R. (2017). Startups no agronegócio brasileiro: uma revisão sobre as potencialidades do setor. Brazilian Journal of Production Engineering - BJPE, 3(1), 107–121. Recuperado de https://periodicos.ufes.br/bjpe/article/view/v3n1_10

Leite, L. C.; Belluzzo, R. C. B. (2021). Inteligência competitiva e competência em informação em startups. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, 17, 1-22. Recuperado de: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1654/1295.

Marshall, A. (1920). Principles of economics. London: MacMillan.

Mudambi, R., Mudambi, S. M., Mukherjee, D., & Scalera, V. G. (2017). Global connectivity and the evolution of industrial clusters: From tires to polymers in Northeast Ohio. Industrial Marketing Management, 61, 20–29. doi: 10.1016/J.INDMARMAN.2016.07.007

Nagamatsu, F. A., Barbosa, J., & Rebecchi, J. (2013). Business model generation e as contribuições na abertura de startups. Anais do II Simpósio Internacional de Gestão de Projetos (II Sinpep) e Simpósio Internacional de Inovação e Sustentabilidade, São Paulo, SP, Brasil. Recuperado de: http://repositorio.uninove.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/556/659-1192-1RV%20-%20business%20model%20generation.pdf?sequence=1

Organisation for Economic Co-Operation and Development (OECD). (2005). Oslo Manual: guidelines for collecting and interpreting innovation data (3th ed). The Measurement of Scientific and Technological Activities, OECD Publishing, Paris. Recuperado de: https://doi.org/10.1787/9789264013100-en.

Organisation For Economic Co-Operation and Development (OECD). (2016). G20 Innovation Report: Report prepared for the G20 Science, Technology and Innovation Ministers Meeting.

Ottonicar, S. L. C. (2020). Competitive intelligence and information literacy in the context of startups industry 4.0: interdisciplinary possibilities for business management and information science (Ph.D. Thesis in Information Science), Marília, SP, Brazil. Recuperado de: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/193555

Ottonicar, S. L. C., Souza, L. P. P., & Valentim, M. L. P. (2021). A competência em informação no contexto das startups. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, 17, 1-21. Recuperado de: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1505/1246

Pereira, A., & Simonetto, E. de O. (2018). Indústria 4.0: conceitos e perspectivas para o Brasil. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, 16(1). doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v16i1

Salama, B. (2018). Estruturas jurídicas de investimento em startups: private equitye venture capital (Monografia de Graduação). Programa de LLM em Direito Societário do Insper, São Paulo, SP, Brasil.

Santaella, L., Gala, A., Policarpo, C., & Gazoni, R. (2013). Desvelando a Internet das Coisas. Revista GEMInIS, 2(1), 19 – 32.

Scheffer, J., Cario, S., Enderle, R. A. (2006). Tratamento teórico-analítico sobre empresas de pequeno porte organizadas na forma de aglomeração produtiva localizada. Textos de Economia, 9(2), 49–77.

Sena, P. M. B., Vianna, W. B., & Blattmann, U. (2019). Aproximações conceituais entre informação, tecnologia e inovação no contexto das startups. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 17, e019002. doi: https://doi.org/10.20396/rdbci.v17i0.8653356

Sena, P. M. B. (2020) Fontes de informação no ecossistema de

startups de Florianópolis (Tese de Doutorado). Universidade Federal de Santa, Florianópolis, SC, Brasil. Recuperado de: http://tede.ufsc.br/teses/PCIN0226-T.pdf.

Serviço Brasileiro de Apoio Ao Empreendedor (SEBRAE. (2019). Incubadora e aceleradora: qual a diferença entre elas? Recuperado de: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/entenda-a-diferenca-entre-incubadora-e-aceleradora,761913074c0a3410VgnVCM1000003b74010aRCRD

Zachary, G. P. A (2012). Geografia Global da Inovação. E-Journal: Wall Street Journal, nov. Recuperado de: http://www.embaixada-americana.org.br/HTML/ijse1109p/zachary.htm

Published

2021-09-30

How to Cite

Ottonicar, S. L. C., & Valentim, M. L. P. (2021). Industry 4.0 and open innovation in startups accelerators. AtoZ: Novas práticas Em informação E Conhecimento, 10(3), 1–10. https://doi.org/10.5380/atoz.v10i3.81882

Issue

Section

Thematic Issue - Article