O CONSUMO DE ADOÇANTES EM PRODUTOS ALIMENTÍCIOS NA CIDADE DE CURITIBA

Autores

  • Caroline Carneiro CAMPOS UTPR
  • Claudia Helena DEGASPARI UTPR
  • Fatima MOTTIN UTPR

DOI:

https://doi.org/10.5380/acd.v8i2.11674

Resumo

Este artigo apresenta uma pesquisa de opinião para verificar os motivos que levam uma pessoa a consumir produtos diet ou adicionados de adoçantes em substituição aos produtos adoçados naturalmente.

A pesquisa se justifica à medida que busca analisar quais os motivos que levam uma pessoa com saúde normal, consumir produtos diet ou com redução de carboidratos, além dos problemas de patologia do tipo diabetes e obesidade, analisando se a população está aderindo o uso de adoçantes em prol da saúde, através de recomendação médica ou de nutricionista, ou se está usando apenas pela estética e por idéia própria, tendo consciência das vantagens e desvantagens de seu uso.

Para a pesquisa, foi aplicado um instrumento de avaliação contendo 11 perguntas fechadas sobre: renda familiar, grau de instrução, peso, altura, qual motivo faz uso dos produtos diet, preferências por algum tipo de adoçante e se possuem alguma patologia. A amostra foi constituída de 100 respondentes, selecionados aleatoriamente, entre homens e mulheres. Os resultados indicam que os entrevistados se concentram entre 15 e 44 anos, somando 75%. Destes, 60% utilizam produtos diet sempre ou às vezes não tendo um padrão quanto ao motivo pelo qual usam se por estética ou pela saúde. Os maiores consumidores são as mulheres, representando 65% dos entrevistados. Em relação à renda mostrou-se o esperado, que produtos diet são mais consumidos por pessoas que tem renda familiar alta, ou seja, estes produtos ainda são considerados “caros” pela população sendo comprados apenas quando necessário. A maioria dos entrevistados classifica-se pelo índice de massa corpórea na classe de eutrofia, porém 41% deles apresentam algum tipo de obesidade e apenas 13% deles sentem-se obesos e citam como uma patologia.

Conclui-se que independente de renda, de instrução, de sexo, idade e presença ou não de patologias, o uso desses produtos, deve ser orientado por médicos e/ou nutricionistas, para que se faça uso correto destes produtos a fim de se obterem resultados satisfatórios.

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Como Citar

CAMPOS, C. C., DEGASPARI, C. H., & MOTTIN, F. (2007). O CONSUMO DE ADOÇANTES EM PRODUTOS ALIMENTÍCIOS NA CIDADE DE CURITIBA. Visão Acadêmica, 8(2). https://doi.org/10.5380/acd.v8i2.11674

Edição

Seção

Artigos