OPTIONALITY IN THE USE OF TOO: THE ROLE OF REDUCTION AND SIMILARITY

Pascal AMSILI, Emilia ELLSIEPEN, Grégoire WINTERSTEIN

Resumo


Este artigo lida com a propriedade da obrigatoriedade que é frequentemente descrita como uma característica da classe das partículas aditivas (e.g., o advérbio too (“também”)). Em resumo, essas partículas são chamadas de obrigatórias porque omiti-las em um discurso criaria ou um resultado infeliz ou a derivação de inferências indesejadas. Uma linha comum de análise trata essa propriedade como booleana. O consenso geral costuma ser que se uma partícula aditiva pode ser usada num discurso, então ela tem que ser usada. Contudo, alguns exemplos mostram que essa propriedade provavelmente recebe um melhor tratamento como sendo gradiente. Neste trabalho, investigaremos algumas das condições que afetam essa obrigatoriedade. Em primeiro lugar, baseado em um pequeno experimento com corpora, avaliaremos a frequência dos usos obrigatórios e opcionais de too. Depois, tendo estabelecido que os casos opcionais não são excepcionais, apresentamos resultado de um experimento que avalia o efeito da elipse e da anáfora na obrigatoriedade das partículas aditivas.


Palavras-chave


partículas aditivas; pragmática experimental; estudos de corpora; pressuposição obrigatória

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rabl.v15i1.46144

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