CONCEPÇÕES DE LÍNGUA(GEM) E LEITURA: PRÁTICAS DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA EM ATUAÇÃO

Clarita Gonçalves de Camargo, Isabel Cristina Vollet Marson, Rosana Hass Kondo

Resumo


Partindo do pressuposto que a maneira como o professor entende e reflete sobre língua(gem) interfere diretamente na sua ação pedagógica em sala de aula, pretende-se neste artigo discutir a respeito das concepções de língua(gem) e de práticas de leituras que professores de língua inglesa possuem, e como essas perspectivas intervém nas suas ações pedagógicas. A pesquisa foi realizada com seis professores de língua inglesa pertencentes a três localidades do Paraná: Ponta Grossa, Curitiba e Tomazina. Os dados foram gerados a partir de questionários estruturados e semiestruturados e, posteriormente foram analisados qualitativamente. Os resultados levaram a conclusão de que, apesar dos professores se mostrarem abertos a concepções pós-estruturalistas, e também acreditarem na língua como ideológica, permeada por relações de poder, as suas práticas ainda refletem um ensino estruturalista, o qual pode ser verificado pelo apego ao livro didático, a norma-padrão e o controle da sala de aula.


Palavras-chave


concepção de língua(gem); prática de leitura; língua inglesa, formação de professores

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rvx.v2i1.48183


Revista X. ISSN: 1980-0614